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Motivação da obra

O meu primeiro contacto com a Arte, algo que lembro com agrado, foi quando abri o meu livro de Historia encontrando imagens belíssimas de batalhas e personagens imponentes, de titãs nos seus cavalos majestosos. Lembro-me que passei centenas de horas a vê-los e perguntava: como é possível fazer isso? Só anos mais tarde é que descobri que eram obras de Velásquez, Rembrandt, Ingres, David, Gericault, etc. Mestres que tocaram a minha alma pela primeira vez e foi aí que soube que queria ser pintor.

Nos meus passeios pela cidade onde cresci, inconscientemente fui armazenando imagens das coisas que me sensibilizavam e que hoje se revelam na minha obra como se fosse um diário de experiências vividas que se libertam através da tela.

Embora já tenham passado muitos anos desde que abri aquele livro não deixo de me emocionar quando vejo uma obra que me toca na alma.

Opinião

"Para pintar o que Luis Zuluaga pinta é necessário coragem. Vejam os seus quadros da carne, dos mendigos, a sua violência contida consequência talvez da vivência inquietante do seu pais natal -Colômbia-, reflexos da fragilidade da nossa existência, do que somos, da carne que somos... Ele faz-nos enfrentar o abismo que vive em nós que ao mesmo tempo nos choca, fascina e atrai."

Antonio Macedo, en Bombart 02, Marzo/Abril 2009.